Perguntas frequentes sobre o gás

Queremos ajudá-lo a resolver todas as suas dúvidas. Nesta secção, respondemos às perguntas mais comuns sobre diferentes aspetos do seu fornecimento de gás natural: faturação, procedimentos, tarifas, etc.


Perguntas frequentes mais consultadas

Qual é o preço de uma instalação de gás natural?

O preço de uma instalação de gás natural depende de vários fatores: o tipo de instalação, a necessidade ou não de fazer uma ligação, o tamanho e a distribuição da casa, o tamanho da instalação, se tem ou não aquecimento, o número de radiadores ou os subsídios das Administrações Públicas. Dependendo da cidade em questão, o preço médio pode situar-se entre 950 e 2.500 euros em Lisboa e Porto; 850 e 2.500 euros em Coimbra, Braga e Setúbal.

É melhor um forno a gás ou elétrico?

Na hora de comprar este aparelho, pode perguntar-se se é melhor comprar um forno a gás ou um forno elétrico.

A resposta depende de aspetos como o consumo, a eficiência energética, a limpeza e a utilização que lhe vai ser dada.

Em termos de consumo, os fornos a gás são geralmente mais económicos. O facto de, em geral, os fornos elétricos representarem uma maior necessidade de energia tem um impacto direto na sua fatura mensal de eletricidade.

Este facto é relevante, pois a decisão também pode ser influenciada pela frequência de utilização. Ou seja, se este eletrodoméstico é para uma família que o utiliza com muita frequência ou se é para uma única pessoa que o vai utilizar esporadicamente.

Em todo o caso, os modelos mais recentes têm em conta a eficiência energética, o que está patente na sua rotulagem.

Em termos de instalação, o forno a gás requer geralmente mais trabalho, o que implica um custo inicial mais elevado que pode ser amortizado com o menor custo de consumo ao longo da sua vida útil.

Em termos de resultados, segundo os especialistas, o forno a gás realça o sabor dos alimentos cozinhados, enquanto o forno elétrico distribui melhor o calor (de forma mais uniforme) durante a cozedura. Além disso, o forno a gás demora menos tempo a aquecer (e a arrefecer) do que o seu homólogo elétrico.

Por último, a versão elétrica oferece um elemento-chave como a facilidade de limpeza e manutenção em comparação com o forno a gás, que acumula mais sujidade tanto no interior como no resto da cozinha.

Quantos litros de água tem um radiador de aquecimento?

O número de litros de água de um radiador de aquecimento não corresponde a um valor padrão e depende diretamente do número de elementos, do tamanho e da capacidade do próprio radiador.

O número de elementos e o tamanho de cada radiador são determinados por uma série de fatores da casa, tais como: área de superfície de cada divisão, orientação, grau de isolamento das portas e janelas exteriores, zona climática, etc.

De que material são feitos os tubos de gás natural?

Não existe um único material ideal para os tubos de gás natural; de facto, os materiais mais comuns utilizados no seu fabrico são o aço, o cobre e o polietileno.

Os tubos de aço são muito resistentes à pressão e às condições ambientais. Isto faz com que seja um material adequado tanto para instalações internas como externas, subterrâneas ou ao nível do solo, embora possa apresentar problemas de ferrugem.

Por outro lado, a sua vida útil é longa, são leves e a sua instalação não apresenta complicações excessivas devido à sua flexibilidade e compatibilidade com os processos de soldadura.

As suas principais desvantagens são o preço e a condutividade térmica.

Há décadas que os tubos de cobre são os protagonistas das instalações de gás, especialmente nos interiores. Em alguns casos, a sua cor é mesmo utilizada para decidir sobre a sua adequação como elemento decorativo.

É fácil de instalar, é um material leve e também permite a soldadura, se necessário, para a sua instalação. A sua condutividade térmica é outra das suas vantagens.

Em contrapartida, é mais caro e menos resistente do que o aço.

Os tubos de polietileno são muito mais baratos, completamente dúcteis e compatíveis com as instalações subterrâneas.

O seu lado negativo é o facto de não serem recomendados em instalações exteriores onde a exposição ao sol é elevada, uma vez que nestas condições o material se deteriora com relativa facilidade.

Também não são recomendados para instalações em áreas com atividade sísmica reconhecida ou para o abastecimento de redes de gás em esgotos e túneis.

Qual é a diferença entre um radiador e um aquecedor de convecção?

Uma das principais diferenças entre o radiador e o convetor é que o primeiro agita menos o ar, pelo que não move tanto o pó e não cria tanta secura na atmosfera.

Além disso, a sensação térmica gerada pelos radiadores e o tempo que mantêm o calor é superior ao que se consegue utilizando os convetores como meio de gerar calor.

Por outro lado, os convetores produzem calor mais rapidamente do que os radiadores.

Finalmente, o tamanho das superfícies a aquecer também faz a diferença entre estes dois aparelhos. Assim, o convetor é recomendado como dispositivo para aquecer pequenos espaços ou divisões, enquanto o radiador é ideal para casas mais pequenas ou como complemento de outros sistemas de aquecimento.

Quem emite o certificado de gás?

O Certificado de Instalação de Gás deve ser emitido por um instalador de gás autorizado ou por uma empresa de instalação de gás autorizada.

Quem realiza a inspeção periódica do gás natural?

A inspeção do gás natural deve ser efetuada por técnicos especificamente autorizados, quer da sua empresa distribuidora, quer de uma empresa independente autorizada. Em qualquer caso, a sua empresa distribuidora é responsável por verificar se todas as instalações de gás da zona em questão têm as inspeções obrigatórias em dia.

O que é o certificado de gás?

O certificado de gás é o documento que certifica que a sua instalação de gás natural, butano ou propano está em conformidade com as normas estabelecidas para o efeito.

O seu objetivo não é outro senão o de confirmar que a instalação individual da sua casa, empresa ou negócio pode receber o fornecimento de gás com total garantia de segurança.

Este certificado de gás natural tem um custo máximo de 60 EUR, o qual deve ser pago em numerário e ao técnico no local.

Qual é a vida útil de uma caldeira a gás?

A vida útil de uma caldeira a gás depende de mais fatores do que a vida média do próprio aparelho e da sua suposta “obsolescência programada”.

Isto significa que a vida média teórica de 10 a 15 anos pode ser aumentada ou diminuída consoante a utilização e a manutenção da caldeira a gás.

De facto, o primeiro fator que pode prolongar a vida útil da sua caldeira a gás é que a instalação tenha sido efetuada corretamente e por profissionais qualificados.

Esta mesma qualificação é a que deve ser procurada quando se trata do segundo fator que ajuda a sua caldeira a durar mais tempo em perfeitas condições, que não é outro senão a manutenção e as revisões que ajudarão a detetar problemas óbvios e a prevenir os incipientes.

Tendo em conta tudo o que foi dito, existem dados médios sobre a vida útil de uma caldeira a gás? Sim, existem. Essas médias são atingidas em todos os casos? Como vimos, não, pois dependem diretamente de circunstâncias e elementos externos.

Como pedir uma segunda via da fatura do gás?

O procedimento para pedir uma segunda via da fatura do gás pode ser efetuado através dos canais habituais de comunicação com a sua empresa, ou seja: através do número de telefone do serviço de apoio ao cliente, através da área de cliente online (se estiver registado), por e-mail ou pessoalmente num dos escritórios da empresa.

Como posso pagar a minha fatura de gás?

As formas mais comuns de pagar as suas faturas são: por débito direto, por telefone, online através da área de cliente da sua companhia ou através do formulário web, em dinheiro ou numa caixa multibanco de uma agência bancária. Lembramos que pode alterar a forma de pagamento em qualquer altura, bastando para isso informar a sua companhia de gás.

Com que frequência se paga o gás?

A fatura do gás natural pode ser mensal ou bimestral, consoante a empresa fornecedora, e o seu custo é calculado a partir da leitura do contador de gás em cada ponto de abastecimento.

Quantos tipos de inspeções de gás existem?

Para as instalações de gás natural, a inspeção obrigatória é efetuada a cada 5 anos, a fim de verificar se todos os elementos estão a funcionar corretamente e são seguros. 

Existem três tipos de inspeções obrigatórias de gás:

  1. A inspeção inicial de gás. É efetuada quando a instalação de gás natural estiver instalada na sua casa.

  2. Inspeção extraordinária de gás. Em caso de uma fuga de gás ou algum acidente relacionado, deve-se efetuar esta inspeção por questões de segurança.

  3. Inspeção periódicas de gás. Variam consoante o tipo de imóvel, mas são as mais comuns entre os consumidores.

Vale a pena contratar um serviço de manutenção de gás?

A contratação de um serviço de manutenção de gás é uma ação que muitos clientes consideram desnecessária, enquanto outros confiam plenamente nela. Para encontrar a resposta mais adequada a esta questão, a primeira coisa a fazer é informar-se sobre as vantagens de contratar o referido serviço de manutenção de gás, que são as seguintes

  • Melhoria da eficiência energética.

  • Redução de custos devido a uma maior eficiência.

  • Prolongamento da vida útil da caldeira.

  • Menor probabilidade de sofrer riscos graves através da realização de controlos preventivos periódicos (gratuitos).

  • Acesso a reparações urgentes em menos tempo.

  • Serviço disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano.

  • Ofertas especiais e descontos na fatura do gás.

  • Menor pegada de carbono graças a caldeiras mais eficientes e amigas do ambiente.

Depois de analisar e avaliar todas estas vantagens para o seu caso específico, terá a resposta para saber se deve ou não considerar a contratação de um serviço de manutenção de gás.

Qual é a altura das grelhas de ventilação de gás?

Conhecer a altura das grelhas de ventilação de gás permitir-lhe-á cumprir a regulamentação em vigor sobre a evacuação de gases em caso de possíveis fugas e está regulamentada no decreto-lei nº368/99

A normativa mencionada estabelece que as grelhas de insuflação, retorno ou extração devem estar situadas a mais de 10 cm do chão.

Tenha isto em conta quando calcular a altura correta da sua grelha de ventilação a gás.

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